Desbloqueio Criativo II
Enviado por admin   |   Pertence a Depoimentos, Desbloqueio Criativo II   |   setembro 2nd, 2010
Os desenhos foram feitos “depois de uns 6 ou 7 meses de tratamento. Houve um intervalo de 1 mês entre eles, e fazia quase 2 anos que eu tentava desenhar, mas não saía nada.”
Confira o desenho de uma passáro antes e depois do desbloqueio:
Antes
Depois
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Desbloqueio Criativo I
Enviado por admin   |   Pertence a Depoimentos, Desbloqueio Criativo I   |   setembro 2nd, 2010
Esta paciente, arquiteta, entrou em contato para tratar seu bloqueio criativo. Há meses, ela não conseguia fazer seus desenhos e aquarelas e nem imaginava os motivos disso. Decidi usar o Brainspotting para “destravar” sua criatividade. Uma semana depois ela retornou dizendo que seu final de semana foi produtivo: “fiz vários, vários desenhos…” Nas semanas seguintes, percebeu ainda que sua criatividade na arquitetura foi potencializada.
Clique sobre as imagens para ampliar:
Tags: bloqueio criativo, Brainspotting, Brainspotting Curitiba, Desbloqueio Criativo, Giovana Tessaro
Desenvolvimento Esportivo
Enviado por admin   |   Pertence a Depoimentos, Desenvolvimento Esportivo   |   julho 12th, 2010
O pugilista Edson Foreman chegou em meu consultório desanimado com seu desempenho esportivo. Relatou que estava treinando de 2 a 3 dias por semana, quando o ideal seriam 5 dias. Queixou-se de uma tendinite no joelho direito que o limitava para pular corda e correr, atividades fundamentais para seu condicionamento físico. Considerando seu quadro, decidi usar o Brainspotting, por viabilizar profunda integração entre corpo e mente.
Depois de três sessões Edson passou a fazer o dobro das séries de exercícios que fazia em um dia e a sua dor no joelho diminuiu. Depois da quinta sessão estava treinando todos os dias e aumentou ainda mais sua série de exercícios.
No dia seguinte a sexta sessão enviou a mensagem “Karamba Dra. consegui fazer 12 min. de corda hoje!! fala sério tô feliz demais!” e um dia depois mais uma mensagem “Dra. Consegui fazer 45 min de esteira hoje tô feliz demais!”
*Todos os depoimentos e casos clínicos tem autorização expressa dos pacientes ou de seus responsáveis.
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Depoimento sobre Desenvolvimento Infantil
Enviado por admin   |   Pertence a Depoimentos, Desenvolvimento Infantil   |   julho 7th, 2010
J. 2 anos e 2 meses.
“Tem sido de grande ajuda a atuação da Giovana como psicóloga do J.
Ele andava irritadiço e até agressivo, tanto com os coleguinhas da creche quanto comigo, muito teimoso, era preciso negociar muito quando ele não queria fazer alguma coisa que era necessária, estava com dificuldade em se relacionar e comunicar, muito dependente de mim até para brincar e com dificuldades para avisar quando precisava ir ao banheiro, mesmo depois de haver mostrado ser capaz de fazer isso.
Com a terapia ele mudou em tudo isso para melhor e seu desenvolvimento emocional, social e verbal deu um salto percebido por todos que convivem com ele.
Está demonstrando compreensão e colaborando em tudo que lhe solicitamos, tem avisado sempre que precisa ir ao banheiro, brinca muito, inclusive sozinho, é uma criança muito alegre, carinhosa e sociável que sente prazer quando consegue fazer as coisas sozinho. Tenho recebido inúmeros elogios para ele, até mesmo de desconhecidos quando estamos em lugares públicos e parentes e amigos ressaltam como ele está se desenvolvendo rápido e positivamente em todos os sentidos.”
*Todos os depoimentos e casos clínicos tem autorização expressa dos pacientes ou de seus responsáveis.
Depoimento sobre caso de Constipação Infantil
Enviado por admin   |   Pertence a Constipação (infantil), Depoimentos   |   julho 7th, 2010
A., 3 anos e 6 meses.
1a sessão
Os pais trouxeram A. com a seguinte queixa: “há um ano ele não faz cocô a não ser com o uso de medicamento e, algumas vezes, tivemos de levá-lo para o hospital porque nem com medicamentos ele consegue”.
Já haviam o levado para médicos, psicólogos e psiquiatra. Queriam tentar tudo que fosse possível. Espontaneamente relataram o que consideravam as possíveis causas: o casamento era instável, já tinham se separado quatro vezes e retornado. antes da constipação começar A. passou por uma cirurgia para fimose.
Não havia consenso sobre os limites dados para A. Durante os primeiros 30 minutos da consulta A. ficou no colo da mãe. Durante este período, sempre que pude, fiz as estimulações próprias do EMDR. Nos últimos 15 minutos revelou algum interesse pelos brinquedos. Quando a sessão estava acabando o convidei para guardar os brinquedos comigo, ele se afastou e foi para o colo da mãe. Durante toda a sessão ficou calado. Dois dias depois da consulta o pai ligou dizendo que ele tinha feito cocô sem nenhuma necessidade de medicamento!
2a sessão
Relato da mãe: “na noite depois da consulta ele acordou assustado falando que viu a ‘roda branca’ e disse o nome de uma prima várias vezes. Dois dias depois fez cocô e no final de semana também.” A família recebeu duas visitas no final de semana e A. as recebeu falando eufórico ‘eu fiz cocô, eu fiz cocô!’. A mãe também o percebeu um pouco mais solto, disse que quando o levava ao parquinho ele não saía de perto dela, mas depois da sessão ele se afastou um pouquinho e ficou observando as outras crianças.
Nesta sessão ele também ficou a maior parte do tempo no colo da mãe mas se mostrou mais disposto a brincar e cooperou na hora de guardar os brinquedos. Sempre que pude fiz as estimulações do EMDR. Permaneceu calado o tempo todo.
3a sessão
A mãe disse que ele passou a semana mais irritado e retraído, não fez cocô espontaneamente. A. se soltou durante a sessão e me deu uma canseira, movimentou-se bastante no consultório correu e brincou, verbalizou um pouco. Fiz EMDR a maior parte do tempo. Foi mais cooperativo e expressivo. A mãe comentou que ele tinha medo de tomar banho, especialmente da água que saía do chuveiro.
4a sessão
A mãe relatou que ele fez cocô espontaneamente 3 vezes na semana e interagiu com as crianças no parquinho. Pudemos interagir mais e ele verbalizou bastante. Continuei aplicando o EMDR. Esta foi a última sessão, seus pais não puderam mais trazê-lo. Quando entrei em contato com o pai para falar sobre este caso clínico no site, ele disse que desde que interromperam o tratamento ele evacua, em média, de dois em dois dias: os resultados mantem-se há meses.
*Todos os depoimentos e casos clínicos tem autorização expressa dos pacientes ou de seus responsáveis.
Depoimento sobre Comportamento Auto-destrutivo
Enviado por admin   |   Pertence a Comportamento Auto-destrutivo, Depoimentos   |   julho 7th, 2010
F. 3 anos.
1a. sessão:
Queixa da mãe: “ele é agitado demais, agressivo com todos, quebra o que vê pela frente. Dorme pouco. Não aceita ordens de ninguém, não tem limites. Não fala só balbucia. Se coloca em situação de risco o tempo todo, não tem medo de nada. Fica em lugares altos demais sem proteção, corre em direção a carros em movimento, tenta subir no fogão quando o fogo está ligado.”
Ela também disse que com 1 a 7 meses de idade o filho sofreu um acidente que quase tirou-lhe a vida. Logo após a recuperação, percebeu que o comportamento de F. havia mudado.
1a. e 2a. sessões
Foram necessárias duas sessões para que eu conseguisse a participação necessária do garoto para aplicar o EMDR.
3a. sessão:
F. fez desenhos e a medida que terminava entrega-os pra mim. Depois de vinte minutos começou a andar pelo consultório e não quis que os estímulos do EMDR fossem aplicados.
4a. sessão:
A mãe disse que seu filho passou a se expressar melhor, menos balbucio e mais palavras.
Ele ficou o tempo todo no colo da mãe. Ao aplicar o EMDR ele riu, mostrou alegria, e em alguns
momentos não quis que eu continuasse a aplicação, mas logo permitia que eu continuasse. Entrou em sono profundo ao final da sessão. A mãe ficou surpresa. Ele mal dormia à noite e agora estava dormindo em pleno dia no colo dela!
5a. sessão
Chegou pedindo para brincar com as borboletas (uma brincadeira que faço para aplicar o EMDR com crianças).
A mãe disse que o filho estava dormindo praticamente a noite toda e sua agitação diminuiu muito, bem como seus impulsos autodestrutivos. Brincamos com as borboletas o tempo todo. Ele se divertiu bastante.
6a. sessão
Nesta sessão trabalhamos limites. F. teve uma forte crise de raiva. Chorou muito, gritou a plenos pulmões e tentou me agredir várias vezes.
7a. sessão
A mãe pediu que o filho falasse pra mim o que eles tinham conversado. Ele disse: “desculpa” e “obrigado”. Mais uma vez brincamos com as borboletas. Em situações com limites ele chorou mas não foi agressivo. Era nosso último encontro. A família estava de mudança para outra cidade. Acompanhei mãe e filho até a rua para esperar o pai que vinha buscá-los. F. correu em direção ao jardim de um prédio, tirou uma flor e entregou pra mim, depois arrancou outra flor e deu para sua mãe. Arrancou mais uma flor e ficou com ela… Depois de dois anos entrei em contato com a família. A mãe disse que F. manteve os resultados obtidos desde a última sessão: aceita ordens, limites e coopera. Dorme bem, acorda no horário da escola, toma banho sozinho. E ela tem mais paz…
*Todos os depoimentos e casos clínicos tem autorização expressa dos pacientes ou de seus responsáveis.
Depoimento sobre Transtorno Bipolar
Enviado por admin   |   Pertence a Depoimentos, Transtorno Bipolar   |   julho 7th, 2010
70 anos, professora.
“Este caso clínico foi diagnosticado como Transtorno Bipolar pelo psiquiatra que acompanha a paciente bem como pelos psiquiatras anteriores. No primeiro encontro a paciente estava desorientada: não conseguia prender a atenção na conversa, falava sem conexão com as perguntas que eu fazia e seu olhar estava distante.
Nas sessões seguintes ela me reconheceu e se colocou mais, sentiu-se mais à vontade e com vontade de colocar pra fora o que a perturbava: estava com muito medo, temia que as pessoas a levassem pra cadeia, tanto seus familiares, como desconhecidos, acreditava que todas as pessoas a consideravam culpada, as construções que via na rua eram possíveis cadeias, imaginava que a televisão tinha dispositivos que a vigiavam. Vivia se escondendo, sair de casa era desesperador! Ficava a maior parte do tempo dentro do quarto, com a janela e cortinas fechadas. Parecia que a vida era desamparo e abandono apesar da presença da família. Me perguntou se eu não vira nada nos jornais, revistas, ou televisão sobre um crime que ela pudesse ter cometido. Dizia que sentia uma culpa enorme mas não sabia o que tinha feito de errado.
Mais tarde confidenciou que o sofrimento interno era tão devastador que pensara em suicídio várias vezes, e só não o fez com medo de não alcançar de fato este objetivo ficando com paralisias ou seqüelas se pulasse do prédio. A medida que se abria eu via uma mulher que tinha vivido a vida toda dentro de instituições sociais e religiosas autoritárias e limitantes. Talvez em toda sua vida ninguém tenha parado para ouví-la e compreendê-la sem críticas.
Escutando-a, descobri uma mulher com profundo desejo de ser o seu ser, não o que os outros queriam. Isto pra ela significava conhecimento e espiritualidade verdadeiros impulsionando-a no sentido da cura. Também tinha muita curiosidade por tudo que significava saúde. Depois de 2 meses de tratamento passou a freqüentar, vários dias por semana, um espaço que promovia encontros sobre saúde, e fez isso por meses. Seu medo e culpa tinham se reduzido bastante.
O primeiro ano de tratamento mexeu em feridas profundas, densas. Ela dizia sair das sessões e só ter força para pensar no que havia mexido. Ao mesmo tempo sua inteligência e pensar filosóficos começaram a ocupar espaço construindo e sendo construídos por uma identidade que passava a se reconhecer através de seus próprios olhos.
No segundo ano de tratamento a perspicácia de seu pensamento e o sentimento de autonomia tem se destacado o que faz com que ela se posicione cada vez mais, sem se intimidar com os desafios que a vida apresenta. Em uma sessão ela soltou a seguinte pérola: “Sabe, Giovana, o ser humano não se sente inteiro porque não quer conhecer o seu lado ruim.”
Duas pessoas próximas morreram. Ela surpreendeu-se com a força com que atravessou estes episódios prestando apoio aos familiares. Depois que o velório e o enterro passaram o peso do momento também passou. Além disso, atravessou com coragem um processo muito doloroso no qual precisou até de morfina para suportar a dor. E saiu mais forte ainda! Mais dona de si! Tenho certeza que todo este desenvolvimento é mérito da paciente. Sua coragem e determinação são marcantes. Também acredito que o EMDR e o Brainspotting contribuíram, significativamente, agilizando seu instinto de cura.
Atualmente, a paciente participa de trabalhos semanais em uma ONG, cursos de informática e tem mais planos para 2009! Segundo ela: “Eu estou ficando uma belezinha!”
A terapia continua, afinal, como a paciente diz “eu não quero ficar esperando a morte(…) quero entrar mais em contato com o meu ser, quero evoluir”.”
*Todos os depoimentos e casos clínicos tem autorização expressa dos pacientes ou de seus responsáveis.
Depoimento sobre Stress Pós-Traumático e Otimização do Desempenho
Enviado por admin   |   Pertence a Depoimentos, Stress   |   julho 7th, 2010
37 anos, consultor e mestrando.
“Considero o EMDR um divisor de águas em minha vida. Durante a terapia, foram identificados e tratados vários traumas e principalmente um maior ligado à minha infância, relacionado às crises epiléticas, na qual irei me concentrar.
Relacionei as crises com o que já conhecia sobre a morte. Em cada uma delas, não tinha certeza como voltaria e/ou se voltaria a viver. Durante a terapia, me dei conta de que cada vez que acordava de uma crise, eu não era mais o mesmo de antes. Além disso, as crises poderiam acontecer a qualquer momento sem ter como prever. Dessa forma, cresci com uma infância e adolescência diferenciada e privada de muitas coisas simples que gostava e que outras crianças / jovens podiam naturalmente vivenciar, como por exemplo, a natação. As crises naturalmente cessaram na juventude, mas ficou um grande trauma que fez com que eu crescesse não somente com medo da morte, mais principalmente com medo da vida. Embora tivesse muitos sonhos e objetivos, tinha medo e insegurança de realizá-los.
Em termos práticos, o EMDR me deu base para realizar um dos maiores objetivos da minha vida, que era estudar no exterior. Tive coragem e força para deixar de lado uma carreira promissora para voltar a estudar. Assim, estou realizando mestrado numa área diversa à que atuava, num contexto social, cultural, político e geográfico totalmente diferente do Brasil. Além disso, aproveito das pequenas coisas da vida como praticar natação, o meu esporte preferido e proibido na infância e adolescência.
O EMDR é um poderoso método e acredito que possa ser ineficaz nas mãos de quem não o domina. Portanto, destaco também a habilidade, o profissionalismo e a sensibilidade da Giovana.
Após o EMDR, venho redescobrindo em cada situação uma nova maneira de viver e de se defrontar com os desafios sem os reflexos das sobras do passado.”
*Todos os depoimentos e casos clínicos tem autorização expressa dos pacientes ou de seus responsáveis.
Depoimento sobre Pânico e Otimização do Desempenho
Enviado por admin   |   Pertence a Depoimentos, Pânico   |   julho 7th, 2010
32 anos, empresário e professor.
“A Giovana foi indicada por uma amiga em comum. Na ocasião, havia pedido demissão de um emprego estável de mais de 10 anos em decorrência de uma decepção amorosa e de seguidas crises de estafa. Sentia-me esgotado, sem perspectivas. Já havia passado por crises de pânico e ansiedade e, ao longo de 5 anos, troquei 3 vezes de psicólogos. Comecei a criar medos e angústias que nunca tivera. Viagens de avião, por exemplo, eram uma tortura. Deixei passar boas oportunidades em virtude desse medo. A sensação da falta de controle sobre as coisas era muito grande. Insegurança e desânimo começaram a me cegar. Eu procurava uma terapia que fosse mais eficaz, ou seja, pudesse me “desbloquear” em menos tempo. Confesso que comecei com o EMDR de maneira quase desconfiada.
Mas, e o resultado de tudo isso? Eis a lista das minhas conquistas nestes últimos quatro anos:
• comecei uma nova profissão como professor (já fui paraninfo, homenageado e nome de turma por duas vezes)
• há pouco mais de um ano montei uma empresa, que hoje, fatura o dobro de quando começou
• assumi várias responsabilidades dentro da minha área profissional
• casei e viajei várias vezes
• mudei de apartamento
• tenho uma filha recém-nascida maravilhosa.
*Todos os depoimentos e casos clínicos tem autorização expressa dos pacientes ou de seus responsáveis.
Depoimento sobre Medo de Dirigir
Enviado por admin   |   Pertence a Depoimentos, Medo de Dirigir   |   julho 7th, 2010
38 anos, profissional da área de saúde.
“Sou profissional da área de saúde e tenho 38 anos. Sou casada e tenho um filho com 2 anos.
Eu tinha um pavor invencível de dirigir. Antes de conhecer a Giovana, fiz muitos anos de terapia e passei por diversos profissionais com muitas linhas de trabalho diferentes. A terapeuta anterior, inclusive, era especialista em medos e com ela tentei quase dois anos sem nenhuma melhora, apesar de todo esforço.
Ouvi falar que o EMDR era uma nova terapia muito eficaz e bem mais rápida que as tradicionais, achei que se fosse para tentar de novo, era essa ou não era nunca mais.
Eu estava realmente frustrada e sem paciência. Uma das primeiras coisas que disse à Giovana é que queria que fosse rápido porque eu não iria resistir a outra terapia para tentar resolver uma situação que havia se tornado uma angustiosa dor sem solução e mexer nela exigia coragem e determinação, por isso eu tinha realmente urgência. Enfim, resolvi tentar porque me sentia inconformada e humilhada. Resolvi mandar um e-mail para a Giovana e fosse o que Deus quisesse. Ela me retornou com uma ligação onde ficou claro que sua primeira preocupação era se teríamos empatia. UUUAAAAAAAUUUU!!!!!
Eu havia estudado e ouvido falar muito que em toda relação de ajuda, em primeiro lugar, era imprescindível que houvesse empatia. Porém, em muitas das terapias que fiz, o que percebi foi uma ânsia de “ganhar” o cliente/paciente (que não tem nada a ver com empatia). Assim eu comecei minha terapia com a Giovana e nesse “encontro” fiquei ainda mais surpresa porque, novamente pela primeira vez, encontrei uma psicóloga que não começou pedindo ou esperando que eu falasse, quando quis falei, mas não precisei começar, me despir, dar um relatório para alguém que eu acabava de conhecer, porque ela falou e se mostrou também: falou sobre a terapia, o quê, como, porquê, respondeu minhas perguntas e até me estimulou a fazê-las (coisa rara), respeitou minha inteligência – e mais do que isso, teve uma preocupação constante de me informar cientificamente sobre o processo. E mostrou – princípios, ética, competência, sensibilidade, estampados em cada gesto e palavra, à flor da pele. Nesse momento eu conheci a psicóloga Giovana e pouquíssimas vezes me senti tão respeitada. Ao contrário do que eu esperava, ela não me prometeu velocidade, explicou as nuances do processo e disse que eu poderia me desapontar por causa da ansiedade pelos resultados. Respondi-lhe que o máximo que eu agüentaria seria um ano, ainda assim ela não me garantiu nada neste espaço de tempo. Sentindo sua extrema honestidade e profissionalismo, resolvi investir, mesmo estando tão desiludida e exausta. E não me arrependi. Em pouco mais de 2 meses (eu disse 2 MESES!!), aquilo que eu passei metade da minha vida tentando resolver e não tinha conseguido, que me fez vítima de ridicularizações por tantas vezes, que me impediu de exercer atividades, fazer cursos, viagens, que me bloqueou a vida, causou enorme sofrimento e constrangimento por tanto tempo, havia SUMIDO! Exatamente isso: SUMIDO! Eu que não conseguia nem ao menos me imaginar ao volante, que havia comprado carros e não havia conseguido dirigi-los, que tinha pesadelos constantes com veículos e direção, que tinha perdido a esperança de dirigir algum dia como outra pessoa qualquer, sem medo, sem pavor, sem tensão, sem horror, me via ao volante, no horário do rush!! nos locais de trânsito mais difíceis da cidade e com meu filhinho no banco de trás!!!!!!!! dirigindo como se fizesse isso há anos e tudo aquilo que eu havia passado de repente se tornou efetivamente passado!! como se tivesse acontecido em outra vida ou com outra pessoa!!!!
NOOOOSSSSSAAAAAA!!!!!!!!! e que outra vida virou a minha!! Meu Deus!!! Todos os dias eu agradeço por esta libertação! Por não carregar mais este bloqueio que me algemava a dependência dos outros, de ônibus, de andar a pé com meu filho no colo debaixo de chuva, à noite, e tantas outras coisas que dariam para escrever livros. Falando em chuva e noite, eu dirijo na chuva, à noite, no centro da cidade, em área rural, em BR, subidão, descidão, em qualquer lugar, sem stress, sem tensão, me divertindo até! Isso era realmente impossível para mim, inimaginável!!
Mesmo depois de conseguir tudo isso eu ainda quis continuar a terapia, porque vi a possibilidade de poder resolver muitas outras coisas me incomodavam e não quis perder a oportunidade de tentar isso com uma profissional realmente extraordinária. E não digo por ter conseguido dirigir através dela, mas por ver em cada sessão seu compromisso com a vida e com a verdade. O que ela faz, faz com uma dedicação que emociona. E eu garanto, não há exagero em nada. Quando tive a oportunidade de escrever umas palavras sobre esta pessoa, que tem contribuído tanto com a minha vida e a de meus familiares, fiquei imensamente feliz, porque uma coisa que tenho desejado é que mais pessoas que tem problemas – como todos nós temos – percebam que há como resolvê-los.
Conheço a resistência das pessoas e o que (ainda) se pensa sobre terapia, os olhares tortos ou desconfiados quando faço comentários, me testemunham que muita gente vê terapia psicológica como um investimento dispensável, (para não dizer mal investido), pois se for para gastar, há outros bens melhores, ou então é coisa de gente não muito normal ou no mínimo é frescura. Mas terapeutas como a Giovana, provam que não é assim e eu quero muito, que várias outras pessoas tenham a sorte de conhecê-la, para poder contar com sua capacidade e competência na busca de alternativas e saídas para suas dores e problemas. Por isso, coloquei aqui minha história e minhas opiniões, na esperança de poder contribuir com quem esteja necessitando de ajuda, sem saber onde encontrar.”
*Todos os depoimentos e casos clínicos tem autorização expressa dos pacientes ou de seus responsáveis.
















